Caderno Terapêutico Amarelo

Monday, February 27, 2006

Uma história para contar devagarinho...II


"Hic Habtiat Felicitat" Posted by Picasa
Andei em círculos, mas voltei ao início.
Algures no caminho deixou de ser fulcral, mas foi sempre o inicial.
Atingido agora que está, não sei que fazer.
Gostei muito...
Não amei ...
Mas amei a situação em si mesma, sem perguntas,
Sem passados, sem sentimentalismos.
Como duas pedras que se cruzam.
Duas pedras que se transformam em lava.
O Paulo Coelho estava errado:
7 minutos duram mais que 11,
E parecem menos que 2.

Vero.

A felicidade não mora em casas,
Mora nos nossos momentos felizes,
Nas nossas recordações,
Nos olhos que se cruzam e recordam,
Na aura que emanam esses olhares,
Naquilo que transmitem sem palavras.

Os Testes


Os Testes Posted by Picasa
Os testes... quando será que alguém passa neles?
Será díficil agir de forma natural, espontânea?
Deixar correr a maré, actuar por instinto?

A liberdade manifesta-se no seu todo,
Quando não contraríamos a natureza,
O estranho, o bizarro,
Só porque nos parecem desconhecidos...

Uma história para contar devagarinho... I


... contar histórias... Posted by Picasa
Vou escrever para nunca esquecer:

Dele dependeram vários momentos da minha existência, desde o primeiro olhar até ao instante em que, realmente, nos tocámos e falámos.
Na noite de 7 para 8 de Dezembro.
Apaixonei-me por outro para estar próxima dele, aproximei-me dele para magoar o outro.
A incongruência da situação, em si, já diz muito sobre a mesma.
Começando pelo meio, ou seja, a noite de 7 para 8 de Dezembro de 2005 ( sim, porque a de 2004, " nem às paredes confesso").

Saturday, February 25, 2006

Qual o limite do Amor?


Porto Posted by Picasa

Qual o limite do Amor?
Até que ponto conseguimos amar alguém, até a odiarmos?
Com que direito nos imiscuímos e mesclamos a outras vidas?
Destruíndo sonhos, estragando até os nossos?
Mudando aquele rumo pré-definido de namorar, comprar carro e casa, casar e ter filhos?
Porque teimamos naquilo que é intangível?
Porque cobiçamos as coisas alheias?
E desprezamos quem temos por perto?
Quanto tempo resiste o amor?
A que distância? Geográfica e temporal...
Quanto suportamos até a nossa auto-estima interferir?
Será o limite do amor superior ao ego?
Até onde pode alguém magoar-nos?
Onde despejamos o nosso rancor?
Existe um limite?
Quem diz basta?
É errado, temos de parar...?
Quem tem coragem de parar?
E, quem consegue manter a paragem?

attom-feed

É hora de recomeçar ...
Mais um local de escrita, de fuga, um novo caderno terapêutico, versão on-line.